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Antes, os povos que habitavam o continente Sul Americano chamavam a sua Terra por muitos
nomes, por ser uma terra de dimensões continentais.
Em 1494 a Espanha e Portugal dividem a América Latina o Novo Mundo em dois e o Brasil, é
dividido também, pelo tratado de Tordesilhas, no entanto os territórios que ficavam além desta linha imaginária foram aos poucos sendo integrados, como o Amazonas que na época do último imperador do Brasil Dom
Pedro II passou a pertencer definitivamente ao Brasil, graças a um acordo político.
Dono de grandes diversidades geográficas, econômicas e sociais, possui uma extraordinária unidade nacional,
sedimentada pela língua portuguesa, falada em todas as regiões, depois que o Almirante Pedro Álvares Cabral chamou
de "Terra de Vera Cruz", depois de "Santa Cruz" e finalmente de "Brasil", pensando que encontrara uma Ilha, quando
se tratava do Brasil o maior país da América Latina e o quinto do mundo, em área total.
Com a exploração econômica do solo, e a descoberta de uma árvore de madeira dura, o pau de brasa ou breszily
latino brasília o pau de brasa ou breszily latino brasilia (vermelho), ou seja, Pau Brasil , ou seja, Pau Brasil , ou seja, Pau
Brasil (Caesalpina echinata Lam), que leva cem anos para atingir seu desenvolvimento definitivo e dá tinta vermelha boa
para tingimentos de roupas, para escrever e fazer cascos de navios e móveis em tons dourados; chamada pelos nativos
locais de brasis brasis, ibirapitanga, ibiairanga, orabutã, e outros nomes, que queria dizer "ilha afortunada"; ; passou a chamar-se "Brasil", e Portugal ganhou o domínio sobre o novo Continente em 1750.
Atualmente, em todo o mundo a madeira desta árvore é usada unicamente para fabricar os excelentes arcos para
violino, numa terra que o jesuíta Anchieta conquistou os nativos guaranis com a ARTE do TEATRO em que peças e encenações que passaram a fazer parte oficialmente das comemorações cívicas.
O Brasil se tornou independente em 7 de setembro de 1822.
A ARARA e a bandeira nacional possuem as mesmas cores, sendo assim a ARARA tornou-se o símbolo solar
brasileiro mitologicamente ela é o avatar do fogo celeste, difícil de conquistar por ser um Poder aéreo, liberado dos pesos deste mundo.
Os nativos da maioria das tribos da Floresta Amazônica fazem coroa de penas de arara para designar sua autoridade e sua origem celeste, pois elas lembram os raios do Sol.
A pena da Arara é um símbolo solar entre os tupy-nambás, de clarividência e adivinhação,
Entre os bororos acredita-se em um ciclo de transmigração das almas, no decurso do qual elas se encarnam numa arara.
No Brasil, as araras fazem seu ninho no cume de falésias ou rochedos.
BRASÍLIA
A primeira cidade planejada, do Brasil foi Recife em 1630, tinha e tem linhas belas linhas retas.
Brasília seguindo este exemplo de arquitetura foi a terceira cidade a sediar a capital do Brasil, e a primeira cidade
planejada para ser uma capital, com a idéia de sua construção data do ano de 1823 quando José de Andrada e Silva disse na Assembléia Constituinte de 1823 o seguinte:
Parece muito útil, até necessário, que se edifique uma nova capital do Império no interior do Brasil para assento da
corte, da assembléia legislativa e dos tribunais superiores, que a Constituição determinar. Esta capital poderá chamar-se Petrópolis ou Brasília.
Disse que essa cidade era não só útil, mas necessária, e vou desenvolver as razões em que me fundo. Sendo ela
central e interior, fica o assento do governo e da legislatura livre de qualquer assalto ou surpresa feito por inimigos externos. Chama-se para as províncias do sertão o excesso da povoação sem emprego das cidades marítimas e
mercantis.
Como esta cidade deve ficar, quanto possível, eqüidistante dos limites do Império, tanto em latitude como em
longitude, vai-se abrir deste modo por meio das estradas que devem sair deste centro como raios, para as diversas
províncias e suas cidades interiores e marítimas, uma comunicação e de certo criará em breve giro de comércio interno da maior magnitude, vistos a extensão do Império, seus diversos climas e produções.
Ainda há outro objeto político, que aconselha essa medida muito útil e necessária, e vem a ser que deste modo
acabem todas as rivalidades e pretensões, que podem ter as capitais das diversas províncias, que não querem ceder o direito da corte ao Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro, 8 de junho de 1823
Profetizada por Dom Bosco um frei italiano, que disse que uma cidade que iria surgir no futuro e ser berço de uma grande cultura.
É a mais moderna das capitais, já reconhecida como patrimônio histórico da humanidade, foi planejada no formato de um AVE de azas abertas, suas ruas não se cruzam, portanto não tem encruzilhadas.
È lá que estão a sede de quase todos os Templos Ecumênicos da América Latina.
NO BRASIL A LÍNGUA OFICIAL É O PORTUGUÊS
O português uma das línguas oficiais da Comunidade Econômica Européia (CEE) desde 1986, data em que Portugal se torna membro da instituição atual União Européia (UE). Em 1994, é criada a Comunidade dos Países de
Língua Portuguesa, que reúne Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e o Brasil.
O Brasil é o único país de língua portuguesa da América. O português falado no Brasil não sofre as mudanças
ocorridas no século XVIII na língua falada na metrópole. Mantém-se fiel à maneira de pronunciar da época da descoberta e tem fortes influências indígenas, africanas e, mais tarde, de imigrantes europeus que se instalam no
Centro-Sul. Isso explica a presença de modalidades fonéticas tão distintas quanto as do nordestino, do mineiro ou do
gaúcho, ainda que a língua conserve uma rara uniformidade. Apesar de falada em uma imensa extensão territorial, a língua portuguesa no Brasil manteve sua impressionante unidade, variando apenas em questões superficiais de
significado e modalidades de pronúncias regionais, sendo conhecida como a língua doce.
Da língua indígena, o português incorporou principalmente palavras referentes à flora (abacaxi, buriti, carnaúba,
mandacaru, mandioca, sapé, taquara, peroba, imbuia, jacarandá, ipê, cipó, pitanga, maracujá, jabuticaba, caju), à fauna
(capivara, quati, tatu, sagüi, caninana, sucuri, piranha, araponga, urubu, curió, sabiá), nomes geográficos (Aracaju,
Guanabara, Tijuca, Niterói, Pindamonhangaba, Itapeva, Anhagabaú) e nomes próprios (Jurandir, Ubirajara, Maíra, Iara, Guaraci).
O iorubá, falado pelos negros vindos da Nigéria deixa o vocabulário ligado ao candomblé (nomes de divindades
como Exu, Iansã) e à cozinha afro-brasileira (vatapá, abará, acarajé). O quimbundo angolano fornece palavras da vida
cotidiana (caçula, cafuné, molambo, moleque) e termos relativos à escravidão (bangüê, senzala, mocambo, maxixe, samba).
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